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CIDADANIA EM CASCAIS PRECISA-SE!

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Sou pela cidadania. Pela séria. Pela gestão responsável da coisa pública, em nome dos cidadãos e pelos cidadãos. Sou pela criação de mecanismos de envolvimento dos cidadãos nas decisões que lhe dizem respeito, nas que tocam na sua qualidade de vida, nas que têm repercussões no seu futuro e dos seus descendentes. Aos políticos estava reservado o papel de serem os garantes do exercício da cidadania por todos. Todos sabemos que hoje não é assim. As poucas excepções que confirmam a regra são em muito menor número do que os políticos que têm uma visão bem diversa do que é o exercício da gestão pública considerando-se o princípio, o meio e o fim das decisões tomadas, esquecendo que o lugar que ocupam é em representação dos seus eleitores. Também os eleitores há muito tempo desistiram de exigir uma correcta representação pelos políticos acabando por fazer o jogo de “deixar andar”… Em Cascais, Carlos Carreiras é um exemplo, um bom exemplo do que acabo de referir. Carlos...

ESTRATÉGIA? ZERO!

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Temos hoje uma classe política medíocre porque os cidadãos portugueses há muito tempo desistiram de fiscalizar e sancionar a actividade dos políticos. Não é razoável que umas eleições aconteçam sem que exista um claro programa de actuação dos vários candidatos para o mandato a que se candidatam. Não é razoável que um político prometa uma coisa e, depois de eleito, se atreva a fazer exactamente o contrário. Não é razoável que um político que não tenha cumprido o que se comprometeu executar em campanha, ou que tenha mesmo feito exactamente o contrário do prometido, consiga ser reeleito em eleição seguinte sem que lhe seja infligido pelos eleitores o castigo merecido! Em Portugal temos muitos exemplos disto, só para recordar dois de Partidos diferentes, Durão Barroso e José Sócrates, ambos criticaram a carga fiscal, ambos prometeram não promover aumentos da carga fiscal, todos sabemos o que ambos acabaram por fazer!... Isto é possível em Portugal, no governo da Nação, nos ...

Problema de Moedas? Para mim são…trocos!...

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 Um exemplo de como se pode deitar dinheiro dos contribuintes pelo cano abaixo...  Carlos Carreiras desancou o Secretário de Estado Carlos Moedas como nem António José Seguro foi capaz. Como as notícias diziam logo de manhã na passada quarta-feira, Carlos Carreiras , destacado dirigente do PSD e Presidente do Instituto Sá Carneiro, considerava que “ Um membro de um qualquer Governo que tem a 'inteligência' de produzir uma afirmação desta natureza, perante um relatório com este teor, só pode ter uma atitude - abandonar as funções governativas, deixar a política e assumir que aspira a ser consultor técnico”. Parece-me pertinente fazer alguns juízos de valor sobre esta afirmação e sobre o seu autor. Analisemos a razão do comentário. Tem Carlos Carreiras razão em estar indignado mas não pelas razões que invoca. O político deve falar simplesmente verdade e não apenas a verdade ou a parte dela que lhe convenha. Essa é a moda dos nossos Políticos dos último...

DAR O DITO PELO NÃO DITO…

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Na passada semana, Carlos Carreiras , em artigo de opinião publicado no Jornal i, assume uma feroz crítica ao Governo e muito especialmente ao seu muito dilecto amigo e ministro Miguel Relvas a propósito da reforma administrativa em curso. http://www.ionline.pt/opiniao/refundar-reforma-administrativa Subscrevo e aplaudo as críticas formuladas por Carlos Carreiras . Nem acho interessante colocar o enfoque na alteração profunda de opinião de Carlos Carreiras sobre esta matéria ao longo do último ano. De defensor acérrimo da reforma, ao ponto de propor contra tudo e principalmente contra todos a sua aplicação em Cascais, com a redução de uma ou duas freguesias entre as seis existentes, até à recente defesa intransigente de não diminuição de freguesias e o ataque feroz à Unidade Técnica do Ministério que propõe a redução de freguesias em Cascais, Carlos Carreiras deu uma volta de 180 graus nas suas convicções expressas e assumidas. Não me parece relevante. Carlos Carre...

“DÉJÀ VU”

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Esta última semana deparei-me com notícias que me fizeram regressar doze anos atrás. Uma primeira dando conta de alguma movimentação no Partido Socialista de Cascais pretendendo reeditar uma candidatura de José Luís Judas o que, fazendo fé numa entrevista que Judas deu a um jornal, tal estará muito longe dos seus objectivos. Ainda bem para Cascais. Oito anos de José Luís Judas em Cascais, já foram demais! Mas a recordação do que foram os mandatos de Judas em Cascais e o aparecimento então de movimentos cívicos que, fora da lógica dos Partidos, lutaram por repor alguma ordem e decência no funcionamento da Câmara de Cascais e que, pela sua acção, ajudaram a criar a alternativa António Capucho, que sairia vencedora nas eleições de 2002, faz-nos ver o quanto a história se repete. Então como hoje, tínhamos uma Câmara gerida para dentro de uma clique, de costas voltadas para os cascalenses, de costas voltadas para o eleitor. Mas o mais ignóbil, o mais hipócrita d...

AINDA HÁ ESPERANÇA?

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Muito se tem escrito sobre as mais recentes medidas de austeridade anunciadas pelo Primeiro Ministro na passada sexta-feira, mesmo antes do jogo da selecção nacional de futebol. Na qualidade de militante do PSD confesso-me desapontado. Muito desapontado! Eu tenho consciência que o país andou demasiado tempo a viver acima das suas possibilidades. Eu sei que as prioridades do país foram mais ditadas pelas necessidades de obras a executar pelos grandes empreiteiros portugueses do que com as reais necessidades de infra-estruturas. Um bom exemplo do que acabo de afirmar, por ser tão caricato, foi a anunciada 3ª auto-estrada Lisboa Porto, ideia lançada ainda por Sócrates e que foi abandonada já pelo actual governo. Mas, como em qualquer empresa, em qualquer família, quando aparece um deficit entre o que se gasta e o que se recebe, duas medidas podem e devem ser tomadas: analisar de que forma se podem aumentar as receitas ou verificar o que se pode cortar nas despesas. Portugal,...

EU ACREDITO...

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Há uns anos, o PSD de Cascais lançou um slogan que tinha alguma piada e tinha a capacidade de ser motor de uma certa dinâmica de vitória, envolvendo a acção de António Capucho à frente dos destinos da Câmara de Cascais – EU ACREDITO! Ricardo Leite , então Presidente da concelhia do PSD de Cascais, não sei se foi o autor do slogan, mas é dele que guardo recordação do seu uso em todas as situações em que fazia lógica o seu uso. Ricardo Leite é hoje deputado da nação, reconheço que na essência um bom deputado, alguém que se mostra muito interessado, especialmente na temática da saúde, que domina, mas que sente a necessidade de dar contas a quem o elegeu sobre o trabalho que desenvolve no Parlamento, a sua preocupação em contactar os eleitores e marcar presença nos mais variados locais, em suma, um deputado à maneira antiga e de que se vê muito pouco hoje em dia! EU ACREDITO que a maneira de fazer política é só uma, com total dedicação ao interesse público, disponibilidade t...