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quarta-feira, 4 de julho de 2012

CASCAIS TEM UM NOVO ESTILO!

Definitivamente Cascais tem um novo estilo.
O Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Dr. Carlos Carreiras, tem investido milhares e milhares de euros a criar esse novo estilo com o dinheiro dos contribuintes.
O virtual tomou conta do real.
A aposta na imagem, no filme, na reportagem, nos mega eventos, espectáculos para todos os gostos, tudo à escala grande, tudo com muito glamour.
Muitas Conferências, muitos Colóquios, muita mas mesmo muita publicidade e o resultado está à vista: Cascais tem um novo estilo!
Com toda esta dinâmica seria de esperar que o entusiasmo dominasse a população cascalense e contagiasse a região com um misto de inveja e admiração.
Na década de 90 Isaltino de Morais conseguiu esse efeito na região da grande Lisboa e mesmo em todo o país.
Mas não é isso que se está a passar.
Até pelo contrário.
As práticas seguidas por Carlos Carreiras e os seus colaboradores enfermam de um pecado que nem toda a gente está disposta a aceitar – a sobranceria, a soberba com que são brindados todos os que não partilham da “certeza” e da “bondade” das opções do autarca ou mesmo pontualmente possam assumir alguma crítica, mesmo que construtiva.
Seja num discurso, no Facebook ou numa reunião de Câmara, qualquer crítica, qualquer reparo, merece intervenção imediata do novel Presidente de Câmara, acalorada, contundente, com agressividade desproporcionada, a raiar o mal criado – É o novo estilo de Cascais!
Mas a comparação que atrás deixei com Isaltino de Morais tem uma diferença abissal. Isaltino granjeou o reconhecimento e o apoio dos seus munícipes com obra. Isaltino transformou o município de Oeiras num centro de excelência, procurado pelas maiores empresas para instalar ali as suas sedes. Renovou o tecido urbano, melhorou brutalmente as infra-estruturas viárias do concelho, resolveu alguns antigos problemas de mobilidade no concelho, preocupou-se com as pessoas, com os seus problemas, com as suas necessidades. E as pessoas, os seus munícipes reconheceram-lhe esse trabalho e retribuíram com o seu voto.
Em Cascais o mais próximo disto é o slogan já estafado de “Cascais elevado às pessoas”. Um mentira monumental!
Carlos Carreiras não está minimamente preocupado com os problemas dos seus munícipes. Acha até mesquinho que lhe venham falar em mobilidade e acessibilidade, em apoios às colectividades e às IPSS, na  necessidade de uma urgente revisão do PDM, ou num esforço de reabilitação do tecido económico do concelho. Resolver o problema de trânsito, dotar o interior do concelho com estradas sem buracos e com passeios, isso não dá notícia de jornal nem entrevista em Televisão!
Carlos Carreiras está mais preocupado com os donos das Harley Davidson que visitaram uma vez Cascais do que com os proprietários dos Fiat Uno que todos os dias “sobrevoam” o esburacado asfalto de algumas ruas do concelho de Cascais.
As vozes dos que já perceberam o logro em que se caiu em Cascais começam a engrossar fileiras.
Embora se viva num clima de medo de expressar opinião, (não é por acaso que algumas das vozes críticas não se lhes conhece os donos) começam a proliferar movimentos cívicos, blogues e comentários que circulam na internet, em redes que se vão ampliando de seguidores.
Ignorar os movimentos cívicos como Grupo Ser Cascais ou a Associação Cívica Sentir Mais Cascais, os blogues 
Agenda Cascais 31 
pensamentos desblogueados,  
Oeiras mais atrás, 
Estoril a 1000, 
Consciência Crítica,  
Ou Tourada Portugal,  
será um erro crasso para Carlos Carreiras e para o PSD.
Aos Movimentos Cívicos faltará certamente o dinheiro que não falta ao Presidente da Câmara de Cascais para fazer campanha mas em contrapartida sobra razão a esses mesmos movimentos.
Nas próximas eleições autárquicas vence a razão ou o dinheiro continuará a ditar a lei?

terça-feira, 5 de junho de 2012

DINAMIZAR CASCAIS: ASSIM?


A Câmara Municipal de Cascais tem vindo a anunciar diversas medidas que pretendem dinamizar o comércio e a actividade económica em geral no concelho e especialmente na vila de Cascais.
O objectivo é meritório, merece aplauso a prioridade estabelecida pelos responsáveis autárquicos mas o  caminho seguido merece-nos muitas dúvidas quanto à sua eficácia.
Algumas das ideias anunciadas parecem ser, no entanto, ou notícias mal tratadas pelo jornalista ou são mesmo peças de um puzzle de um certo embuste da opinião pública.
Atente-se neste caso que junto a título de exemplo.
São referidas  nesta notícia duas situações que vale a pena escalpelizar.
Um primeiro aspecto é a fusão de empresas municipais com o objectivo de “racionalizar a gestão e captar o investimento estrangeiro”.
Para mim continua a ser um mistério a fusão da ETE (Empresa de Turismo do Estoril) com a ArCascais (Aeródromo Municipal de Cascais) e a Fortaleza de Cascais (empresa que gere a Piscina Municipal de Abóboda). O que podem ter em comum é de facto uma incógnita. A promoção do turismo, a gestão de uma infra-estrutura aeroportuária e a gestão de piscinas  é uma autentica salada russa.
O perfil do gestor de uma empresa destas deve ter que falar línguas, saber voar e nadar,…
O que se vai  conseguir dinamizar no meio desta amálgama empresarial é um segredo bem guardado nos Paços do Concelho!
Já a parte da notícia que refere que Cascais vai passar a receber barcos de cruzeiro, deixa-nos um conjunto de interrogações para as quais temos muitas dificuldades em encontrar respostas transparentes.
Um primeiro conjunto de perguntas remete-nos para a fiabilidade de uma operação deste tipo e a possibilidade de ter as necessárias autorizações.
Todos sabemos que o Porto de Lisboa tem o exclusivo para estas operações e dispõe das infra-estruturas necessárias para a recepção deste tipo de navios.
 É sabido que o Porto de Lisboa não pratica as taxas mais baratas do mercado mas também é conhecido que nos últimos anos tem subido a procura de Lisboa como escala deste tipo de navios. A que título abdica a Administração do Porto de Lisboa de receber em Lisboa alguns destes navios? Aceita que seja estabelecida alternativa com fuga ao pagamento das taxas portuárias?
E a Capitania do Porto de Lisboa vai permitir que barcos de cruzeiro passem a fundear ao largo de Cascais e possam fazer a “trasfega” de passageiros para embarcações mais pequenas?
E as condições de segurança? Não estaremos a aligeirar?
Que imagem vão ter esses passageiros de Portugal e de Cascais? Nem um “mísero” porto para poder sair do barco por uma rampa como em todos os outros portos por onde passam?
E o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras aceita que os passageiros possam desembarcar em Cascais sem qualquer tipo de controle nos casos em que não sejam oriundos do Espaço Shengen?
Considero que, a bem da transparência, seria importante explicar melhor como este negócio está a ser montado, quem são os intervenientes, quem autorizou e em que condições, que vantagens tiram todas as partes envolvidas.
É muito importante saber se é apenas uma empresa ou se são várias que estabeleceram este “acordo” com o Município de Cascais, quem é ou são os detentores dessa(s) empresas, há ou não investimentos a fazer pelo município de Cascais.
Nos corredores dos Paços do Concelho correm muitos rumores sobre “este negócio”. A bem da transparência era muito importante que fosse explicado. Bem explicado!
A ideia de trazer estes  visitantes a Cascais é meritória, como medida de dinamização do comércio local mas, convenhamos, era importante que a imagem deixada aos visitantes fosse a melhor.
O primeiro exercício que deveríamos fazer era a avaliação das condições que temos para oferecer aos visitantes e se conseguimos garantir a sua satisfação com o que vai encontrar. 
O desembarque, tal como está planeado, não parece ideia promissora...
E que tipo de comércio temos nós para oferecer na zona central da vila de Cascais? Não seria interessante fazer um esforço para fazer regressar as grandes marcas ao centro de Cascais, as lojas de souvenirs, o artesanato? Queremos os visitantes a entrar em Cascais para comer uns hambúrgueres e comprar uns brindes nas lojas chinesas?
O município de Cascais de há mais de vinte anos que tem sido muito descuidado no planeamento do tecido comercial da vila, os investimentos absurdos em Centros Comerciais acabaram por deslocalizar a oferta comercial no concelho e assistiu-se a uma certa desertificação comercial do centro de Cascais. Hoje a Rua Frederico Arouca, a Av. Valbom, o acesso à baía e o Largo Camões estão longe da pujança que já tiveram. 
Sem essa valência resta alguma oferta cultural, com o núcleo museológico muito interessante na envolvência da Cidadela de Cascais. Será suficiente?
Resta-me colocar uma última pergunta: não seria mais vantajoso negociar com as empresas turísticas que detêm os programas de cruzeiros e garantir a realização de roteiros do Porto de Lisboa em direcção a Cascais em autocarros e evitar o aspecto terceiro mundista de transferência de passageiros de barco para barco ao largo de Cascais?  Para os operadores dos cruzeiros poderá ser mais barato mas é esta a imagem que queremos deixar de Cascais junto dos turistas que nos visitam?

sexta-feira, 18 de maio de 2012

DEMOCRACIA NÃO É ISTO!


Antes de mais quero afirmar a minha pouca apetência para a Tourada e para os espectáculos com touros.
Entendo que é um emblema nacional, é um evento com interesse turístico, encerra uma actividade económica que ainda tem alguma expressão e tem ainda muitos e bons seguidores em Portugal.
Pessoalmente acho o espectáculo um pouco bárbaro em relação ao trato do animal mas respeito quem gosta e reconheço que há ainda muita gente que gosta deste tipo de espectáculos.
Enquanto não me obrigarem a ver touradas todas as semanas por mim está tudo bem…
Se pensarmos com rigor, se não quisermos levar a hipocrisia longe de mais, a tourada é tão bárbara e tem os mesmos resultados que a actividade de um matadouro ou de um aviário. Que eu saiba, os que comem carne ainda são em muito maior número dos que os que se renderam ao vegetarianismo!
Ultrapassadas as sensibilidades dos defensores dos animais, neste caso os touros, analisemos o que se passou recentemente em Cascais com a atitude do Presidente da Câmara de Cascais em relação ao projecto apresentado pela APTL, Associação Pró Toiros da Linha.
Só tenho uma palavra para definir o que se passou: GROTESCO!
O Senhor Presidente da Câmara de Cascais dá-se ao luxo de, numa rede social, fazer afirmações que demonstram estar eivado de sentimentos autocráticos dignos de alguém de apelido Castro ou Morales mas, convenhamos, Cascais é em Portugal, não em Cuba ou na Bolívia!
Democracia, por definição, é o exercício do poder por delegação do povo, mas sempre em seu nome.
Ora, que se saiba, a maioria da população de Cascais não se expressou contra ou a favor das touradas pela simples razão de que não foi consultada para tal.
As palavras de Carlos Carreiras demonstram, para quem ainda tinha dúvidas (não é o meu caso…) que não reúne condições para exercer o poder democrático em Cascais em nome dos munícipes, pela simples razão de que insiste em confundir o interesse da comunidade, a vontade e a diversidade dessa mesma comunidade, com a sua opinião pessoal das coisas!
Uma atitude como esta, não é relevante pelo assunto em si mas pelo que demonstra ser a forma de actuação do Dr. Carlos Carreiras!
Carlos Carreiras não gosta de touradas e portanto não será incluído na estratégia de desenvolvimento de Cascais a construção de uma Praça de Touros!
Mas seguindo o seu raciocínio será que não gosta de gays, podendo antecipar-se que os mesmos venham a ser banidos da sociedade cascalense?
E de cidadãos de etnia africana será que são tolerados por Carlos Carreiras ou poderemos esperar alguma medida de segregação em Cascais?
E sendo ele sportinguista convicto, será expectável a proibição de utilização de bandeiras do Benfica dentro do território do Município?
E se algum dirigente de uma IPSS local ou de uma colectividade desportiva ou cultural não for do agrado de Carlos Carreiras, pela cor do cabelo ou dos olhos, será que essas mesmas instituições não poderão receber os apoios municipais?
A primeira condição para um líder de um município é saber ser o denominador comum dos variados interesses da comunidade que deve representar, mesmo e especialmente quando esses interesses são antagónicos.
Deve por isso ser tolerante e aceitar a diversidade.
O contrário é a negação do que se espera da gestão de uma instituição democrática!
Carlos Carreiras foi eleito na lista liderada por António Capucho, não se conhecendo que tenha submetido no processo eleitoral qualquer tipo de condições ou ideias fracturantes sobre este ou qualquer outro assunto que permita sentir-se legitimado para tomar atitudes deste calibre.
Mesmo assim sente-se legitimado para o fazer!
Imagine-se o que será se, sendo o candidato do PSD nas próximas eleições autárquicas, augurar conseguir sair vitorioso!...

terça-feira, 15 de maio de 2012

COMEÇAR DO ZERO


A política Nacional em geral tem-me deixado algo céptico em relação ao nosso futuro como País.
Os grandes e bons políticos foram ao longo dos tempos afastando-se ou sendo afastados pelos seus pares e hoje, de uma maneira muito transversal a todos os Partidos sem excepção, há uma mediania confrangedora nos nossos políticos com uma ou outra excepção que só serve para confirmar a regra.
Se me causa preocupação e desânimo o que se passa a nível nacional, a nível local considero que a situação que se vive é não só muito preocupante como pode deixar sequelas graves na terra onde nasci – Cascais!
O facto de já ter sido autarca (embora no século passado…) e de ter assumido funções de gestão e administração em empresas municipais e intermunicipais criou em mim, embora racionalmente tente convencer-me que não sou o salvador do mundo e que não vale a pena lutar contra moinhos de vento, um sentimento muito forte que nutro por este cantinho à beira do mar, entalado entre a Sintra e Oeiras, e de que não consigo alhear-me, ou simplesmente ficar quieto, perante o que lá se passa.
Cascais, salvo a imodéstia que esta afirmação possa transparecer, também tem um bocadinho de mim e sinto, como desígnio pessoal, que tenho que, na exacta medida das minhas forças e capacidades, lutar por devolver a dignidade que Cascais e as suas gentes merecem.
Os actuais protagonistas políticos locais deixam, no campo dos princípios, muito a desejar.
Nos primórdios eram os “homens-bons” que eram chamados a desempenhar funções de gestão autárquica.
Os outros homens-bons eram muitas vezes chamados a pronunciar-se sobre temas de interesse local e regional e parecia existir uma gestão democrática ou pelo menos participada pelos líderes de opinião. O enfoque estava sempre colocado no interesse da comunidade, o interesse público.
Hoje o sistema é gerido nos antípodas desta realidade.
Actualmente a gestão em Cascais é feita não seguindo o primado do interesse da comunidade mas antes sobre a “ditadura” do marketing político eleitoral com um principal e destacado objectivo: a eleição do actual Presidente de Câmara num novo mandato de 4 anos.
Ora o interesse público não pode passar pela subjugação aos interesses individuais de uma pessoa ou de um grupo!
Os dinheiros que se estão a gastar de forma desbragada para promover o Dr. Carlos Carreiras fazem falta para resolver problemas graves na comunidade cascalense. Em tempos de parcos recursos temos que ser parcimoniosos e contidos nos gastos. Acrescento eu, seja em tempos de vacas gordas ou de vacas magras, não é aceitável que os recursos que são de todos não sejam aplicados para benefício de todos!
Esta forma de gestão em Cascais tem criado coisas manifestamente reprováveis.
A gestão hoje não espera contributos de ninguém. Os líderes de opinião locais são calados e por vezes até incomodados quando se atrevem a opinar.
Preparam-se algumas simulações de democracia, como é o triste exemplo do Orçamento Participativo, mas em que se garante sempre o controlo das opiniões.
Em muitas situações, está-se ao nível do que de pior aconteceu nos tempos da ditadura!
Não acredito, nem aceito, que a gestão da minha terra possa ser feita com base em verdades absolutas, o poder decide e os cidadãos obedecem, a opinião das pessoas não interesse!
A democracia tem que ser reinventada.
Os Partidos que souberem ler estes sinais terão a vantagem de poder continuar a participar no poder e na gestão da coisa pública.
As pessoas, os munícipes, fartos de tanto desmando e de más decisões em seu nome, estão a ficar fartas!
As associações cívicas vão ser chamadas a ter um papel preponderante na reinvenção da democracia e da participação dos munícipes nas decisões que são tomadas na gestão da sua terra.
Pessoalmente antevejo a criação de uma dinâmica de reavaliação dos processos políticos, a necessidade de democratizar o pensamento e a definição de soluções para o desenvolvimento local, quer em termos económicos, quer sociais quer mesmo ambientais!
O poder vai ter que voltar a ser exercido com as pessoas e para as pessoas.
Isto acontece, não porque se afirma anedoticamente até à exaustão que temos uma “câmara elevada às pessoas” mas porque temos que poder garantir que as pessoas passam a ter voz nas decisões, os líderes de opinião nas colectividades, nas IPSS, no comércio local, são chamados a participar no processo de  tomada de decisão e não apenas para ir cantar loas ao Presidente!
O Poder autárquico vai ter que focar de novo os seus objectivos, voltar a dar a primazia às pessoas e às intervenções a fazer no território e na organização dos espaços, para dar resposta às suas necessidades com vista a viver com qualidade em Cascais.
Os autarcas vão ter que encontrar respostas ao crescimento da qualidade social dos habitantes de Cascais, saber agilizar os investimentos e os apoios para a educação, a actividade cultural e desportiva e a criação de apoios aos mais carenciados. Mas vão ter também que encontrar soluções para revitalizar o crescimento económico do concelho, criar condições efectivas para o ressurgimento de oportunidades de emprego e ordenar o território de forma a que essas respostas surjam em condições adequadas de crescimento sem pôr em causa a sua qualidade ambiental. Também a mobilidade dentro do território de Cascais e as suas ligações com os concelhos limítrofes têm que ser revistas e melhoradas sob pena de aí residir um aspecto claramente atrofiante do desenvolvimento económico pretendido.
Ora este tipo de intervenções não se fazem por inspiração divina.
Já começamos todos a estar fartos de salvadores!
É preciso envolver as pessoas, fazê-las sentir parte da solução. Só com uma gestão participada por todos, em que a todos é permitido o contributo e a opinião se consegue efectivamente criar uma dinâmica imparável rumo ao sucesso e ao desenvolvimento harmonioso social, económico e ambiental.
Lamentavelmente, não sinto condições para que tal venha a acontecer em Cascais com os actuais protagonistas políticos, nomeadamente do PSD.
Carlos Carreiras e a sua equipa estão a comportar-se como eucaliptos, nada consegue florescer à sua volta, excepto os próprios eucaliptos!
Resta aos mais inconformados encontrar alternativas que permitam corrigir este tipo de situações.
Pela minha parte estou disponível para contribuir para mudar algo em Cascais…